Câncer de Mama - Na terapia adjuvante: 175 mg/m2 de TAXILAN® administrados intravenosamente por 3
horas, a cada 3 semanas por 4 ciclos em sequência à terapia-padrão combinada.
Monoterapia, terapia de primeira linha após recidiva dentro de um período de 6 meses da terapia adjuvante: 175
mg/m2 de TAXILAN® administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.
Terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama: em combinação com trastuzumabe, a
dose recomendada de TAXILAN® é 175 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com um intervalo
de três semanas entre os ciclos. A infusão de TAXILAN® deve ser iniciada no dia seguinte da primeira dose de
trastuzumabe ou imediatamente após as doses subsequentes de trastuzumabe, caso a dose precedente de
trastuzumabe tenha sido bem tolerada.
Monoterapia, terapia de segunda linha após falha da quimioterapia combinada para doença metastática: 175
mg/m2 de TAXILAN® administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.
Câncer de Não-Pequenas Células do Pulmão - Terapia combinada: Para pacientes não tratados anteriormente,
a dose de TAXILAN® recomendada com 3 semanas de intervalo entre os ciclos é de 175 mg/m2 administrados
intravenosamente por 3 horas, seguida por um composto de platina.
Alternativamente, TAXILAN® pode ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2 por 24
horas, seguido por um composto de platina, com intervalo de 3 semanas entre os ciclos.
Monoterapia: TAXILAN® 175 – 225 mg/m2 administrado intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.
Sarcoma de Kaposi Relacionado à AIDS - Terapia de segunda linha: A dose de TAXILAN® recomendada é
de 135 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 3 semanas entre os ciclos, ou 100
mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 2 semanas entre os ciclos (intensidade da
dose 45 – 50 mg/m2/semana).
TAXILAN® também pode ser administrado em uma dose de 80 mg/m2 semanalmente para tratamento de câncer
de ovário, câncer de mama e sarcoma de Kaposi, como terapia de segunda linha, levando-se sempre em conta
que todos os pacientes devem ser pré-medicados antes da administração de TAXILAN®.
Esta posologia parece estar associada a uma menor mielotoxicidade com eficácia terapêutica similar à
administração a cada 21 dias.
Insuficiência do fígado - Pacientes com insuficiência do fígado podem apresentar risco de toxicidade
aumentado. O ajuste de dose é recomendado. Os pacientes devem ser bem monitorados quanto ao
desenvolvimento de depressão profunda da medula óssea.
Procedimentos para manuseio, dispensação e descarte adequado de drogas antineoplásicas devem ser
considerados.
Para segurança e eficácia desta apresentação, TAXILAN® não deve ser administrado por vias não
recomendadas. A administração deve ser somente pela via intravenosa.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A frequência e a gravidade dos eventos adversos são geralmente similares entre os pacientes que receberam
paclitaxel para o tratamento do câncer de ovário, mama, carcinoma de não-pequenas células de pulmão ou
sarcoma de Kaposi. Entretanto, pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS podem sofrer com maior
frequência e gravidade toxicidade hematológica, infecções (incluindo infecções oportunistas) e neutropenia
febril. Estes pacientes necessitam de menor intensidade de dose e de cuidados de suporte.
Nos estudos clínicos, pacientes tratados com paclitaxel apresentaram reações de hipersensibilidade, alterações
cardiovasculares (como, diminuição da frequência cardíaca, diminuição da pressão arterial e alterações no
eletrocardiograma), neuropatia (doença do sistema nervoso), sintomas gastrointestinais (como náuseas, vômitos,
diarreia e mucosite), dores musculares, dores articulares, queda de cabelo, alterações no fígado, reações no local
da injeção e reações adversas relacionadas à medula óssea, como alterações das células brancas do sangue,
trombocitopenia, anemia, infecções e hemorragia.
Como resultado da reação de hipersensibilidade, você poderá apresentar alterações transitórias na pele e ou
edema, e em uma menor frequência poderá apresentar alterações nas unhas.
Raramente, você poderá apresentar reações pulmonares e anormalidades cutâneas, como erupção, prurido e
síndrome de Stevens-Johnson.
A frequência dos eventos adversos listada abaixo é definida usando o seguinte: muito comum (= 10%); comum
(= 1%, < 10%); incomum (= 0,1%, < 1%); raro (= 0,01%, < 0,1%); muito raro (< 0,01%); não conhecido (não
pode ser estimado com base nos dados disponíveis).
Infecções e infestações:
Muito comum - infecção
Incomum - choque séptico
Raro - pneumonia, sepse
Desordens do sangue e do sistema linfático:
Muito comum - mielossupressão, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, febre, sangramento
Raro - neutropenia febril
Muito raro - leucemia mieloide aguda, síndrome mielodisplásica
Desordens do sistema imunológico:
Muito comum - reações menores de hipersensibilidade (principalmente vermelhidão e erupção cutânea)
Incomum - reações significantes de hipersensibilidade requerendo tratamento (exemplo: hipotensão, edema
angioneurótico, desconforto respiratório, urticária generalizada, edema, dor nas costas, calafrios)
Raro - reações anafiláticas (seguida de morte)
Muito raro - choque anafilático
Desordens no metabolismo e nutrição:
Muito raro - anorexia
Não conhecido - síndrome de lise tumoral
Desordens psiquiátricas:
Muito raro - estado de confusão
Desordens do sistema nervoso:
Muito comum - neurotoxicidade (principalmente: neuropatia periférica)
Raro - neuropatia motora (com fraqueza menor distal resultante)
Muito raro - neuropatia autonômica (resultando em íleo paralítico e hipotensão ortostática), epilepsia do tipo
grande mal, convulsões, encefalopatia, tontura, dor de cabeça, ataxia
Desordens nos olhos:
Muito raro - distúrbios reversíveis do nervo óptico e/ou visuais (escotomas cintilantes) particularmente em
pacientes que tenham recebido doses maiores que as recomendadas, fotopsia, embaçamento visual
Não conhecido - edema macular, lacrimejamento aumentado
Desordens no ouvido e labirinto:
Muito raro - perda da audição, tinitus vertigem, ototoxicidade
Desordens cardíacas:
Muito comum - ECG anormal
Comum - bradicardia
Incomum - cardiomiopatia, taquicardia ventricular assintomática, taquicardia com bigeminismo, bloqueio AV e
síncope, infarto do miocárdio
Muito raro - fibrilação atrial, taquicardia supraventricular
Desordens vasculares:
Muito comum - hipotensão
Incomum - hipertensão, trombose, tromboflebite
Muito raro - choque
Desordens respiratórias, torácicas e do mediastino:
Raro - dispneia, efusão pleural, insuficiência respiratória, pneumonia intersticial, fibrose pulmonar, embolia
pulmonar
Muito raro - tosse
Desordens gastrointestinais:
Muito comum - náusea, vômito, diarreia, inflamação mucosal (mucosite)
Raro - obstrução intestinal, perfuração intestinal, colite isquêmica, pancreatite
Muito raro - trombose mesentérica, colite pseudomembranosa, esofagite, constipação, ascite (barriga d’água)
Desordens hepato-biliares:
Muito raro - necrose hepática (seguida de morte), encefalopatia hepática (seguida de morte)
Desordens do tecido subcutâneo e da pele:
Muito comum - alopecia
Comum - alterações transientes e leves na pele e unhas
Raro - prurido, erupção cutânea, eritema, flebite, celulite, esfoliação da pele, necrose e fibrose, radiation recall
Muito raro - Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica, eritema multiforme, dermatite esfoliativa,
urticária, onicólise (pacientes em tratamento devem usar protetor solar nas mãos e nos pés)
Não conhecido - espessamento da pele (esclerodermia); erupções vermelhas, espessas e frequentemente
escamosas e feridas que podem queimar ou coçar (lúpus eritematoso cutâneo); vermelhidão, inchaço e dor nas
palmas das mãos e/ou plantas dos pés (síndrome mão-pé)
Desordens musculo-esqueléticas, nos ossos e tecidos de conexão:
Muito comum - artralgia, mialgia
Não conhecido – doença autoimune com múltiplos sintomas, como manchas vermelhas e escamosas na pele, dor
nas articulações ou fadiga (lúpus eritematoso sistêmico)
Desordens gerais e condições do local da administração:
Comum - reações no local da injeção (incluindo edema, dor, eritema, endurecimento localizados, o
extravasamento pode resultar em celulite)
Raro - astenia, mal estar, pirexia, desidratação, edema
Não conhecido – suor excessivo (hiperhidrose)
Investigações:
Comum - elevação grave no AST (SGOT), elevação grave na fosfatase alcalina
Incomum - elevação grave na bilirrubina
Raro - aumento da creatinina no sangue
Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não existe antídoto conhecido que possa ser utilizado em caso de superdose. As complicações principais de uma
superdose consistem em depressão da medula óssea, toxicidade neurológica e inflamação da mucosa. A
superdosagem em pacientes pediátricos pode estar associada com a toxicidade aguda ao etanol.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE